Newsletter 1
Bem-vindos ao primeiro número da Newsletter da PRODEQ. A Newsletter terá uma periodicidade trimestral e será mais um veículo para manter os seus associados sintonizados com a atualidade do DEQ-UC, bem como com temas relevantes para a Engenharia Química. Será um espaço de informação, divulgação e contacto com o universo das pessoas e entidades com as quais temos a honra de estar associados e queremos reforçar ainda mais a ligação. É também uma forma de manter agregada a extensa, rica e diversificada comunidade interna e externa do DEQ-UC.
Cada Newsletter terá um tema transversal. Neste número inaugural, o tema é a “Economia Circular”, e conta desde logo com o destacado contributo do Dr. José Eduardo Martins, que muito agradecemos.
Haverá também um espaço para os Engenheiros Químicos no Mundo – a diáspora do DEQ –, a qual estará a cargo do Eng. Rui Fernandes, que nos traz um impressionante testemunho do seu percurso. A ler por todos, especialmente pelos Engenheiros Químicos “to be”!
O sempre ativo Núcleo de Estudantes de Engenharia Química, NEDEQ, também se associou à edição da Newsletter da PRODEQ, e informa-nos das suas iniciativas e atividades no DEQ-UC.
Convocamos desde já todos os associados e a apelamos à sua reconhecida proactividade para nos fazerem chegar notícias e eventos no âmbito da Engenharia Química, e que tenham tido lugar recentemente ou ainda estejam para acontecer.
Obrigado por fazerem parte desta comunidade dinâmica.
Saudações, e esperamos sinceramente que apreciem a Newsletter da PRODEQ – foi pensada, desenhada e produzida a pensar em todos Vocês!
Marco S. Reis
Presidente da PRODEQ
Coimbra, 27 de novembro de 2018
As políticas do ambiente são propensas à ritualização discursiva como alternativa à acção. Basta invocar alguns dos elementos do mantra ambiental para que uma generalização do “feel good” tranquilize de imediato o público. Se do discurso político de passar à legislação, a sensação de dever cumprido é ainda mais forte. Influenciados pela crença no poder da lei, crença herdada dos ideais da Revolução Francesa, achamos que basta um acto legislativo para resolver um qualquer problema.
Enquanto ex-legislador e homem de leis, habilitado pela Faculdade de Direito de Lisboa e autorizado pela Ordem dos Advogados há mais de 25 anos, sou um tudo nada céptico quanto à capacidade de a lei poder mudar a realidade à velocidade anunciada pelos decisores políticos. A realidade tende a resistir ao legislador e a multiplicação de leis, sucessivas e contraditórias, tende a preservar a realidade.
Serve este intróito para situar o meu cepticismo e permitir a passagem para um nível superior, passando do legislador nacional ao legislador da União Europeia. Gostaria de me deter numa das mais recentes iniciativas da Comissão Europeia, o pacote da economia circular.
Para os menos familiarizados com o método de produção legislativa em Bruxelas há que deixar um aviso. Entre a iniciativa legislativa atribuída pelos Tratados em exclusivo à Comissão Europeia e o resultado final publicado no Jornal Oficial da União Europeia muito pode acontecer. Podem passar duas ou quatro Presidências do Conselho da União Europeia, com diferentes agendas políticas, passarão muitas das 28 delegações dos Estados-membros que se sentam à mesa do Conselho, passará o Parlamento Europeu, primeiro através da Comissão Ambiente e depois pelo plenário, haverá avaliações de impacte, várias e contraditórias e muitos milhares de lóbistas sediados em Bruxelas. O resultado final do procedimento legislativo pode ser muito diferente do que constava da iniciativa da Comissão Europeia.
Muitas vezes, em sede de política ambiental, o resultado final do procedimento legislativo traduz-se em legislação simbólica, de aplicação limitada se não mesmo impossível. Tais peças legislativas são como aqueles objectos decorativos que se colocam em cima das mesas para mostrar às visitas mas que removemos sempre que é preciso usar a mesa.
A legislação simbólica é inócua no que respeita à solução dos problemas ambientais. Mas não é inócua quando aumenta a burocracia e os custos de contexto, tornado mais difícil a vida das famílias e das empresas. E essa legislação simbólica torna-se perigosa quando dificulta a continuação de soluções técnicas existentes no mercado, comercializadas por preços razoáveis e com níveis de protecção ambiental adequados.
A economia circular é uma boa ideia mas não é uma ideia nova. Em Portugal há inúmeras áreas de actuação em sede de gestão de resíduos em que o sector privado oferece soluções integradas que são uma aplicação das melhores intenções da economia circular anunciada por Bruxelas.
Temo que o legislador português, quando chegarmos à fase da transposição das futuras Directivas, queira acrescentar mais uma dose de burocracia (“gold-plating”), tornando ainda mais difícil a aplicação das normas da União Europeia e ameaçando a continuidade dos exemplos virtuosos de que dispomos em Portugal em matéria de gestão de resíduos.
José Eduardo Martins
Sou o Rui Fernandes e licenciei-me em Engenharia Química pela Universidade de Coimbra (1998-2003). Em breves palavras vou tentar descrever a minha carreira até ao momento como Engenheiro Químico e como a licenciatura em Engenharia Química na Universidade de Coimbra me influenciou, como pessoa e como profissional.
Após terminar o curso, cedo comecei a trabalhar em ambientes fabris encontrando o meu primeiro emprego no Entroncamento na empresa “Torrejana” como chefe de turno. Esta era a primeira fábrica de Biodiesel do país e tive a oportunidade de participar no final da sua construção e arranque, expondo-me rapidamente a ambientes totalmente novos e diferentes da Universidade, com contacto com empresas de construção civil, de engenharia, de eletricidade, de manutenção fabril, etc. O arranque da fábrica foi talvez o primeiro grande teste a muitos dos conteúdos aprendidos na universidade, sendo necessário grande capacidade de interpretação de dados em reatores, colunas de destilação, processos de centrifugação, decantação, entre outros, com grande interligação com o laboratório e controlo de qualidade.
Passados 3 anos mudei-me para Lisboa para a empresa “Biovegetal”, outra fábrica de biodiesel ainda em construção, passando novamente por ambientes de contacto com empresas de engenharia, construção, etc. Este aspecto acabou por ser muito importante, pois fazer parte de dois arranques de fábricas foi fulcral para me expor a todos os aspectos necessários no mundo fabril para arrancar com uma unidade industrial. Para um Engenheiro Químico este é um cenário ideal: poder ver como os equipamentos funcionam no interior e poder participar na sua engenharia, construção , instalação, produção, higiene e segurança. Todos os anos de faculdade onde aprendemos a dimensionar reatores, ou colunas de destilação, ou a entender transferência de calor em permutadores etc., foram fulcrais para entender como tudo funciona, levando-me mais tarde a fazer parte da equipa de otimização do processo da fábrica. Os intensos trabalhos de grupo a que somos expostos durante o curso foram claramente fundamentais para ganhar capacidade de trabalho acima da média. Muitos foram os turnos noturnos que passei por vontade própria no laboratório a fazer experiências que mais tarde viriam a ser implementadas na linha de produção. Claramente as extensas aulas de laboratórios no DEQ me ajudaram a ganhar gosto por esta vertente.
Esta capacidade de trabalhar em ambientes fabris, de lidar/liderar projetos de engenharia e principalmente a capacidade de trabalhar e liderar equipas, levaram a que em 2010 me mudasse para um projeto na Áustria, com o grupo SGC Energia. O objectivo era fazer parte da equipa de engenharia e produção de um projeto inovador: GTL: Gas-To-Liquids: construir uma fábrica piloto de produção de combustíveis sintéticos a partir de singas (H2 e CO), produzido através de gasificação de biomassa. Foi talvez o melhor projeto em que estive envolvido até ao momento. A trabalhar como responsável de produção, liderei equipas multiculturais com 7 nacionalidades diferentes, fazendo parte da equipa de engenharia, implementando uma tecnologia inovadora. Foi algo fantástico e único e permitiu crescer tremendamente como engenheiro.
Após 2 anos, um novo projeto apareceu também com a SGC Energia mas nos EUA em Houston, Texas, onde permaneço desde então. Liderei a equipa de engenharia e produção de uma nova unidade piloto de GTL (com diferente reatores), supervisionado a sua construção (no estado do Alabama) e posterior transporte e instalação da unidade em Houston, estado do Texas. E todo este bom desempenho levou a que fosse considerado para fazer parte da primeira unidade comercial de GTL dos EUA, no estado do Luisiana. Hoje faço parte da equipa de engenharia que lidera o projeto de construção de uma unidade de 1100 BPD (barris por dia) de combustíveis sintéticos a partir de gás natural. A construção ainda esta a decorrer e está planeado o arranque para final de 2018. Para além das responsabilidades como engenheiro de processo, sou também responsável pela avaliação técnica de todos os catalisadores e químicos da fábrica gerindo a licença do processo com o nosso cliente. Este grandioso e imponente projeto, tem sido uma experiência absolutamente enriquecedora e gratificante: um Engenheiro Químico licenciado no DEQ da Universidade de Coimbra a fazer parte da engenharia, fabrico e implementação, comissionamento e arranque da primeira fabrica de GTL nos EUA!
Foi nesta altura que comecei a ter noção do seguinte: após ter trabalhado alguns anos com pessoas um pouco de todo o mundo, compreendo que ter feito a minha licenciatura no DEQ na Universidade de Coimbra foi uma mais valia como Engenheiro Químico. A enorme capacidade de trabalho, a amplitude de conhecimentos ganhos pelas diversas cadeiras aprendidas (desde reatores químicos a economia, de operações unitárias a laboratórios químicos), os inúmeros trabalhos de grupo com colegas de curso, tudo, tudo, tudo me levou a ter chegado onde estou hoje e não ter medo nem receio do futuro. Mas acho que a maior lição de todas que levei do curso foi… estar sempre a aprender um pouco sobre tudo. Tal como no DEQ, eu aprendo todos os dias no meu trabalho, com tudo e com todos. De tal modo que a minha filosofia é: se chegar o dia que deixar de aprender.... então está na altura de mudar de emprego.
Esta e a minha experiencia no mundo como Engenheiro quimico licenciado no DEQ.
Mas nao vai ficar por aqui...
Rui Fernandes
Decorreu entre 2 e 4 de outubro passado, em Aveiro, a 13.ª Conferência Internacional de Engenharia Química e Biológica (CHEMPOR 2018), coorganizada pela Universidade de Aveiro e pela Ordem dos Engenheiros.
A CHEMPOR é organizada regularmente em Portugal desde 1975 e regressou a Aveiro pela segunda vez. Esta série de conferências é um fórum para discussão de desenvolvimentos recentes e direções futuras em diferentes áreas de engenharia química, ciência e engenharia de materiais, biotecnologia e engenharia biológica. Tradicionalmente, a CHEMPOR é um encontro dinâmico de cientistas e profissionais da indústria e da academia, e tem o patrocínio institucional da Sociedade Portuguesa de Química e da Sociedade Portuguesa de Biotecnologia.
Os tópicos gerais para a CHEMPOR 2018 foram:
Engenharia Biológica e Biotecnologia
Biorrefinaria e Sustentabilidade
Processos de Reação e Separação
Energia e Meio Ambiente
Materiais e Aplicações Inovadores
Síntese, Integração e Intensificação de Processos Químicos
Educação de Engenharia Multiescala e Multidisciplinar.
A Paralab entregou, uma vez mais, o Prémio Professor Almiro e Castro durante o evento CHEMPOR 2018.
O Prémio Professor Almiro e Castro é um prémio instituído pela Paralab que pretende distinguir o mérito científico de um docente/investigador de nacionalidade portuguesa, com idade inferior a 45 anos que se tenha destacado nos últimos 3 anos nas áreas das Engenharias Química, Biológica e afins. A periodicidade deste prémio é trianual.
Foi com enorme satisfação que recebemos a notícia que o premiado desta edição foi o Dr. Marco Reis, professor do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra e presidente da direção da PRODEQ.
Pela primeira vez, foi desenvolvida uma molécula quase cem por cento natural capaz de substituir o estireno, uma molécula derivada do petróleo que está na base de materiais usados nas mais diversas indústrias, por exemplo, naval, automóvel, embalagens e vestuário, mas que apresenta elevada toxicidade.
A investigação que conduziu à nova molécula “verde”, desenvolvida por uma equipa do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), é o tema de capa da revista científica Green Chemistry, uma das mais prestigiadas revistas da área da química verde.
Os coordenadores do estudo, Ana Fonseca e Arménio Serra, esclarecem que «há muito que a comunidade científica estuda uma alternativa ao estireno, um composto considerado tóxico e bastante nocivo para o ambiente e para o ser humano, tendo sido classificado como agente carcinogénico. Até aqui, as tentativas de substituição do estireno não se mostraram satisfatórias essencialmente por não assegurarem as melhores propriedades do material final.»
O maior desafio desta investigação foi desenvolver uma molécula com base em produtos naturais, que possa ser utilizada nas mesmas funções do estireno e que após os mesmos tratamentos possibilite a obtenção de materiais com as mesmas propriedades mecânicas e térmicas.
A nova molécula tem por base o «sobrerol, um composto de estrutura cíclica, que pode ser obtido a partir da transformação de materiais extraídos da resina do pinheiro. A preparação do sobrerol envolve também a utilização de dióxido de carbono (CO2) como matéria-prima sendo uma importante mais-valia sob o ponto de vista ambiental», descreve Ana Fonseca.
Para que a nova molécula garantisse as mesmas propriedades e caraterísticas finais em tudo semelhantes às do estireno, a equipa teve de modificar o composto de sobrerol através de reações específicas de engenharia molecular.
Atualmente, o estireno é dos compostos mais usados industrialmente, prevendo-se um crescimento no seu consumo de 4,9% entre 2018 e 2023 (https://www.mordorintelligence.com/industry-reports/styrene-market). Assim, a molécula inventada pela equipa da FCTUC poderá ter um grande impacto na indústria. No entanto, é preciso «efetuar os necessários estudos de desenvolvimento tecnológico para a sua aplicação», finalizam os coordenadores da investigação.
Fonte: FCTUC (Cristina Pinto)
Uma das atividades mais esperadas de todo o ano, A Gala Reatores d’Ouro, realizou-se a 24 de Abril, sob um formato um pouco diferente. As mesmas categorias de sempre foram expostas por dois enérgicos apresentadores: João Pedro Almeida e Samuel Barros. Estes não só as apresentaram, como também fizeram parte do conjunto de atuações da noite. Esta edição contou com inúmeras novidades, uma delas evidenciada pela foto, em que os apresentadores usam um nariz vermelho. A gala deu as mãos à operação nariz vermelho, uma associação cujo objetivo é assegurar a alegria de todos os que passam pelos serviços pediátricos hospitalares.
Outra novidade nesta gala, em formato de homenagem, surgiu devido aos infelizes eventos que assolaram o nosso país no ano de 2017. Consistiu na sensibilização para os problemas causados pelos incêndios feita pela Mariana Alvim e um bombeiro seu convidado. Um momento em que se deixaram as piadas de lado, para dar voz a algo mais sério.
Nos dias que correm, ninguém consegue estar mais do que cinco minutos sem olhar para o telemóvel. Não esquecendo esta faceta das gerações atuais, o pelouro da Cultura, criou pequenos quizzes, em que qualquer pessoa, com um smartphone e acesso a internet, poderia participar. Os mais rápidos a acertar foram recompensados com um pequeno doce. (Não se preocupem, os direitos de autor desta modalidade foram devidamente comprados ao professor Pedro Saraiva).
Este ano, foi particularmente rico em atuações. A representar a mais antiga e solene tradição estudantil, esteve presente a tuna feminina ‘’As Mondeguinas’’. Descobrimos novos talentos, nomeadamente, a faceta de rapper do João Almeida, a fantástica voz da Marta, fugimos um pouco ao habitual com músicas mais alternativas com o Guilherme, os truques de magia do Igor e voltámos a ser encantados pela fantástica voz do Samuel. Nunca pensamos encontrar tantos artistas, por entre livros, frequências e o stress de um estudante de engenharia. Sendo impossível nomear a melhor atuação da noite, de forma justa, foi atribuído um prémio a todos os participantes.
Por último, vamos relembramos os grandes vencedores de todas as categorias:
Timon e Pumba (antigo Tico e Teco) - Eva e Telma
Aluno Exemplar - Patrícia Almeida
Reator D'Ouro -Mariana Alvim
Professor do ano -Pedro Simões
Caloiro do ano -Tiago Silvestre
Boémio -Daniela Pereira
Denner Nunes - NEDEQ
Decorreu no Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra e na Ordem dos Engenheiros da Região Centro a primeira edição do E-Summit, nos dias 13 e 14 de abril, respetivamente. Este evento foi o resultado de esforços conjuntos do Pelouro Formação e Profissionalismo do Núcleo de Estudantes do Departamento de Engenharia Química da Associação Académica de Coimbra e da Divisão de Inovação e Transferência do Saber da Universidade de Coimbra (DITS) através do programa Académica Start UC.
Esta iniciativa teve como objetivo proporcionar aos estudantes uma visão mais próxima do que é o mercado de trabalho, as suas possíveis opções de emprego e também dar a conhecer como é a vida de um engenheiro químico logo após conseguir o seu diploma. Pretendendo assim, aproximar os estudantes do DEQ e as empresas para que fosse criada uma maior sinergia entre eles, tornando o processo mais fácil para ambos num futuro próximo.
O evento contou com a presença de empresas de renome não só em Portugal, mas no mundo, bem como com empresas mais jovens fruto da inovação e da disrupção. Ao todo estiveram presentes oito empresas: Innovnano, Omya, Tucab, Cimpor, Philip Morris, Bluepharma e C-Brain. Estas podem bem ser uma oportunidade para os futuros recém-licenciados. Pudemos também contar com as palestras da Daniela Rosa do DITS e do Jonathan Torres do IIIUC que nos falaram do seu percurso académico. Estes testemunhos motivarem os alunos presentes e incentivaram-nos a pensar fora da caixa, mostrando a importância da multidisciplinaridade, inovação e empreendedorismo no atual mercado de trabalho.
Paralelamente, teve lugar, na Ordem dos Engenheiros, o debate: Estratégias de Ensino – O Futuro da Engenharia, que juntou representantes de várias instituições de ensino de engenharia em Portugal, nomeadamente a Universidade de Coimbra, o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra e o Instituto Superior Técnico, de Lisboa. Foram discutidas importantes questões sobre esta temática.
O E-Summit, foi considerado um sucesso pelos participantes, palestrantes e organizadores, tendo contado com uma elevada participação em todos os seus eventos.
Deixamos o nosso agradecimento a todos os que nos apoiaram nomeadamente à Universidade de Coimbra, à Associação Académica de Coimbra, à Ordem dos Engenheiros da Região Centro e às empresas participantes, assim como aos nossos parceiros: a PRODEQ e a Académica Start UC.
Denner Nunes - NEDEQ
Link para as fotos do E-Summit: Fotos